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domingo, 20 de outubro de 2013

João de Christovão de Faria Leite Junior e Bernardina

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Outro personagem que encontramos, com frequência, na Ilha de Manoel Gonçalves era Christovão de Faria Leite Junior. Segue o batismo de um de seus filhos.

João, filho legítimo de Christovão de Faria Leite Junior e Bernardina Maria do Espirito Santo, naturais do Assú, nasceu aos quatro de junho de 1832, e foi batizado aos 15 de julho do dito ano, pelo Padre Frei Antonio de Jesus Maia Lôbo, de minha licença, no Oratório de Nossa Senhora da Conceição de Manoel Gonçalves, e lhe pôs os Sagrados Óleos. Foram padrinhos Francisco Martins de Miranda, solteiro e Felisberta Maria do Espírito Santo, casado, esta de Santa Ana do Matos e aquele deste Assú. E para constar fiz este assento em que assinei. Joaquim José de Santa Ana. Paróco do Assú.

Christovão e Bernardina se casaram no ano de 1826, conforme registro que segue; Aos quatro de setembro de mil oitocentos e vinte e seis, na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Guamaré, filial da Freguesia de Santa Ana do Matos, tendo precedido as Canônicas Diligências, sem impedimento, confissão e exame da Doutrina Cristã, o Reverendo José Bernardo de Carvalho, de minha licença, ajuntou em matrimônio, e deu as bençãos nupciais aos meus paroquianos Christovão de Faria Leite, e Bernardina Maria do Espirito Santo; ele natural desta Freguesia, ela natural da Freguesia de Pau dos Ferros do Apodi: ele filho legítimo de Christovão de Faria Leite e Damiana Maria da Conceição, ela filha legítima de Miguel da Cunha Machado, já falecido, e Domingas Maria do Espírito Santo, sendo testemunhas Joaquim Álvares da Costa, casado, Francisco Martins de Miranda  e Eduardo Pereira do Valle, solteiros que com o dito Padre assinaram o assento que me foi remetido, pelo qual fiz o presente que assino. Vigário João Theotonio de Sousa e Silva.

Em alguns documentos, o sobrenome é Farias no lugar de Faria. Joaquim Álvares e Eduardo Pereira eram outros frequentadores da Ilha de Manoel Gonçalves.

Uma filha de Christovão e Bernardina, de nome Maria, foi sepultada, na Capela de Guamaré, aos 11 de dezembro de 1828. Tinha a idade de três meses. Deve ter sido a primeira filha do casal.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Manoel da Rocha Bezerra, na Ilha de Manoel Gonçalves


Os Rocha Bezerra se entrelaçam com as minhas famílias em vários níveis. Acredito, até, que um dos meus ramos vem deles, mas não consegui documentar. Até na Ilha de Manoel Gonçalves eles estão presentes.

Aos onze de outubro de 1828, pelas dez horas da manhã, no Oratório de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, tendo precedidas as canônicas denunciações, sem impedimento, e os mais requisitos do costume, o Reverendo Padre Luiz Gonzaga da Costa Moreira, de licença minha, ajuntou em matrimônio e deu as bençãos nupciais aos meus paroquianos Manoel da Rocha Bezerra e Josefa Jacinta de Vasconcelos, naturais e moradores nesta Freguesia. Ele filho de Balthazar da Rocha Silveira e Josefa Barbosa da Silva; ela filha de Carlos José de Sousa e Manoela Archângela dos Anjos, sendo testemunhas o capitão João Martins Ferreira e o Capitão Silvério Martins de Oliveira, que com o referido padre assinou o assento, que me foi remetido, pelo qual fiz este assento. O vigário João Theotônio de Sousa e Silva.

Já tivemos oportunidade de apresentar Carlos José de Souza, pois uma de suas filhas casou com um filho do administrador do degredo da Ilha. Ele comandava esse degredo no ano da invasão da Ilha, em 1818.

Manoel da Rocha Bezerra era irmão do Professor Matheus da Rocha Bezerra, avô de Emygdio da Costa Bezerra Avelino, que viveu em Macau. Era, portanto, bisavô de Edinor, e tetravô de Gilberto Avelino.

 Quem aparece novamente aqui, nesse sacramento acima, é o meu tetravô João Martins Ferreira. É importante salientar que o sobrenome de Balthazar se modifica de acordo com o registro: ou Silveira ou Bezerra, embora os Rocha Bezerra são da mesma família dos Silveira. Dona Josefa, também, tem variação no nome: as vezes é Josefa Maria da Silva. Mas, como um dos filhos dela se chamava Agostinho Barbosa da Silva, é possível que esse sobrenome venha de um ascendente. 

Entre os filhos desse casal, encontramos o batismo dos seguintes:

Genuína - A um de dezembro de mil oitocentos, e trinta e dois, nesta Matriz de Santa Anna do Mattos, batizei solenemente, e pus os Santos Óleos a Genuína, nascida a onze de setembro deste ano,  filha legítima de Manoel da Rocha Bezerra, e de sua mulher Josefa Jacinta, naturais e moradores nesta  Freguesia; foram padrinhos Antonio Barbosa Biserra e Josefa Maria de Souza por procuração que apresentaram João Manoel da Costa, e Josefa Cândida da Rocha Biserra. Do que para constar fiz este assento que  assinei. Vigário João Theotônio de Sousa e Silva.

Esse João Manoel da Costa, também se apresentava como João Manoel da Costa e Melo. Era irmão do meu trisavô Vicente Ferreira da Costa e Mello do O'. A esposa dele, Dona Josefa Cândida, era irmã de Manoel da Rocha Bezerra, e, portanto, tia da batizada.

Joaquim, branco, filho legítimo de Manoel Rocha Biserra, e de sua mulher Josefa Jacinta Biserra, naturais e moradores nesta Freguesia, nasceu à dois de abril de mil oitocentos e trinta e cinco, foi batizado solenemente, com  os Santos Óleos, em desobriga, aos dez de julho do dito ano, por mim Coadjutor desta Freguesia, de licença do Reverendo Senhor Vigário  da mesma; foram padrinhos José Martins Ferreira, e sua mulher Josefina Maria Ferreira, do que  para constar fiz este assento que assinei.  Agora, os padrinhos de Joaquim eram meus trisavós. José Martins Ferreira era filho do capitão João Martins Ferreira. A esposa dele, Josefina Maria, era, segundo meu pai, sobrinha do tenente-coronel, Bento José da Costa. 

Antonio, branco, filho legitimo de Manoel da Rocha Bezerra e Josefa Jacinta de Vasconcelos, nasceu aos 22 de junho de mil oitocentos e cinquenta e três, e foi batizado solenemente, nesta Matriz do Assú, pelo Reverendo Vigário Manoel Januário Bezerra Cavalcanti, a vinte e três de novembro do mesmo ano; foram padrinhos Padre Elias Barbalho Bezerra, e Maria Quitéria Barbalho Bezerra, solteira. E para constar, fiz este assento em que assino. Vigário Elias Barbalho Bezerra.
Observamos que 25 anos depois de casado Manoel e Josefa ainda geravam filhos. Portanto, deve haver mais filhos do casal que não encontramos. A dificuldade vem do fato que os registros aparecem em várias Freguesias, como Assú, Santana do Matos, Angicos e Macau.

Um documento importante que encontrei, não me lembro como,  tem os seguintes dizeres: Aos doze dias do mês de dezembro do ano de mil novecentos e sete, nesta cidade de Macau do Estado do Rio Grande do Norte, em meu cartório, compareceu o cidadão João Teixeira de Sousa, e apresentou-me atestado de óbito abaixo declarado e disse: que, conforme o atestado aludido, hoje às quatro horas da manhã, faleceu o ancião Manoel da Rocha Bezerra, seu sogro, casado, natural deste estado, residindo nesta cidade, com setenta anos de idade, deixando viúva que se chama Francelina Francisca de Medeiros, moradora nesta cidade, que o óbito proveio de febre: do que fiz este termo que assinou o declarante. Eu Porphírio Cabral o escrevi: João Teixeira de Sousa.

Manoel, pelo óbito deve ter nascido por volta de 1835. Vejamos agora os filhos de Manoel da Rocha Bezerra Junior.

Tertuliano, filho legítimo de Manoel da Rocha Bezerra Junior e Francelina Francisca de Medeiros, nasceu aos vinte e sete de abril de mil oitocentos e sessenta, e foi batizado aos vinte e oito de maio do mesmo anos, por mim, nesta Matriz, com os Santos Óleos. Foram padrinhos Manoel da Rocha Bezerra, com procuração do comandante superior Jeronimo Cabral Pereira de Macedo e Josefa (espaço em branco)  Do que para constar fiz este assento em que me assinei. Vigário Manoel Januário Cabral.

Francisco, branco, filho legítimo de Manoel da Rocha Bezerra Junior e Francelina Josefa do Espírito Santo, naturais e moradores nesta Freguesia de Macau, nasceu aos (em branco) de dezembro de mil oitocentos e cinquenta e cinco e foi batizado solenemente por mim nesta Matriz aos três de fevereiro de mil oitocentos e cinquenta e seis, foram padrinhos Joaquim José de Medeiros e sua mulher, Leonor Pereira Barbosa. do que para constar fiz este assento, em que por verdade me assino. Vigário João Ignácio de Loyolla Bezerra.

João Teixeira de Sousa, genro de Manoel da Rocha Bezerra Junior, era natural de Cacimbas do Viana. Eram seus pais Manoel José de Sousa que casou com Cosma Maria do Espírito Santo, em 24 de fevereiro de 1848, tendo como testemunhas meu trisavô, Major José Martins Ferreira e João Teixeira de Sousa, que deve ser da família dele. Vejamos alguns filhos dele, portanto, netos de Manoel da Rocha Bezerra Junior.

Francisca, filha legítima de João Teixeira de Sousa, e Veneranda Francisca Bezerra, nasceu a 10 de março de 1874, e foi batizada solenemente na Matriz, com os Santos Óleos, por mim pároco, a 5 de maio de 1874, sendo padrinhos Francisco Frazão de Barros, e sua mulher Josefa Francisca de Barros. Para constar fiz este assento e assinei. Vigário Joaquim Manoel de Oliveira Costa.

Francelina, filha legítima de João Teixeira de Sousa e Veneranda Francisca de Sousa, nasceu (falta esta parte) de junho de 1881, e foi solenemente batizada por mim a 11 de (falta, também) do mesmo ano.

Encontramos o registro de outra filha do casal com o mesmo nome: Francisca, filha legítima de João Teixeira de Sousa e Veneranda Francisca Bezerra, nasceu a 28 de dezembro de 1883, e foi na Matriz solenemente batizada pelo Reverendo Vigário Manoel Januário Cabral, a 2 de abril de 1884, sendo padrinhos o Padre José Joaquim Fernandes e Dona Olímpia Olívia Rodrigues de Sousa, do que para constar fiz este assento, em que assino. O vigário Estevão José Dantas.

Januário, branco, filho legítimo de João Teixeira de Sousa, e Veneranda da Rocha Bezerra, nasceu a 19 de setembro de 1875, foi batizado solenemente por mim, nesta Matriz de Macau, aos 24 de setembro do mesmo ano, foram padrinhos Joaquim José de Sousa, e sua mana Maria Joaquina da Conceição, ambos casados, e para constar fiz este assento em que assinei. Padre Elias Barbalho Bezerra  Coadjutor Pró Pároco de Macau.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

O óbito de Josefa Clara Lessa

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Até o momento não encontramos o óbito do capitão João Martins Ferreira. Entretanto, achamos o de sua esposa Josefa Clara Lessa, que foi sepultada na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Macau. Pelo documento se vê que em 1851, o capitão já era falecido.


No registro acima está escrito:
Aos 12 de março de 1851, foi sepultada na Capela de Macau, de grades acima, a adulta Josefa Clara Lessa, branca, viúva do finado João Martins Ferreira, com 66 anos de idade, amortalhada em preto, e encomendada pelo Reverendo Silvério Bezerra de Menezes; do que fiz esta termo em que assinei, Felis Alves de Sousa, Vigário Colado de Angicos.

Na sequência tem o óbito de uma filha de Manoel Alves da Silva e Josefa Martins Ferreira. Está última, suspeito que era a filha do Major José Martins Ferreira, que nasceu na Ilha de Manoel Gonçalves.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Um Pinto Martins na Ilha de Manoel Gonçalves

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Neste registro o capitão João Martins Ferreira volta a ser padrinho no ano de 1832, na Ilha de Manoel Gonçalves. Desta vez foi apadrinhar uma filha de Tomas Pinto Martins.

Maria, filha legítima de Tomás Pinto Martins e Josefa Florinda Pessoa, naturais do Assú, nasceu aos quinze de junho de mil oitocentos e trinta e dois, e foi batizada aos dezoito do dito mês e ano, pelo Padre Frei Antonio de Jesus Maria Lobo, de minha licença, no Oratório de Nossa Senhora da Conceição de Manoel Gonçalves, e lhe conferiu os sagrados óleos; foram padrinhos João Martins Ferreira, casado, e Maria Magdalena, viúva, todos desta Freguesia do Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei, Joaquim José de Santa Anna, Pároco do Assú.

João Martins Ferreira, Josefa Clara Lessa e Antonio Caetano Monteiro

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Em 1810, quando se fazia o levantamento dos bens do inventário de Domingos Affonso Ferreira e de sua esposa, quem vivia na Ilha de Manoel Gonçalves era José Álvares Lessa, que era, também, o representante do tenente-coronel Bento José da Costa. Um das pessoas escaladas para fazer a avaliação dos bens foi Antonio Caetano Monteiro. No registro a seguir vamos encontrar o capitão João Martins Ferreira e sua esposa Josefa Clara Lessa apadrinhando uma filha de Antonio Caetano.

Maria, filha legítima de Antonio Caetano Monteiro e Josefa Ferreira de Melo, naturais do Assú, nasceu aos três de fevereiro de mil oitocentos e trinta e dois, e foi batizada aos quatro do dito mês e ano, por mim, na Matriz de São João Baptista do Assú, e lhes conferi os sagrados óleos. Foram padrinhos João Martins Ferreira e Josefa Clara Lessa,  por seus procuradores Luis da Fonseca Silva e Florinda Saraiva Monteiro, solteiros, todos deste Assú. E para constar fiz este assento, em que me assinei, Joaquim José de Santa Anna, Pároco do Assú.


José, de Manoel José Fernandes e Anna Martins Ferreira

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Há muitas controvérsias sobre o ano em que o cruzeiro foi da Ilha de Manoel Gonçalves para Macau, como também quando a Ilha foi totalmente coberta pelo mar. Aquela imagem de Nossa Senhora da Conceição que foi da Ilha para Macau, pode ter ocorrido muito depois do ano de 1832. O registro a seguir é do batismo de um neto do capitão João Martins Ferreira, que ocorreu na Ilha, no ano de 1832. Vejamos.

José, filho legítimo de Manoel José Fernandes, Europeu, e Anna Martins Ferreira, natural do Assú, nasceu aos vinte e um de julho de mil oitocentos e trinta e dois, e foi batizado aos vinte e nove do dito mês e ano, pelo padre Frei Antonio de Jesus Maria Lobo, de minha licença, no Oratório de Nossa Senhora da Conceição de Manoel Gonçalves, e lhes conferiu os sagrados óleos:forma padrinhos João Martins Ferreira  casado, todos deste Assú. E para constar fiz este assento em que me assino, Joaquim José de Santa Anna. Pároco do Assú.

No registro só aparece um padrinho, justamente o avô. É pena que os responsáveis pelos registros economizassem nas informações, apesar das constantes recomendações dos padres visitadores. 

João Martins Ferreira e Josefa Clara Martins

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Em artigo postado anteriormente, alertávamos quanto aos nomes que se repetem. Lembramos que alguns moradores da Ilha de Manoel Gonçalves passaram para Macau e, depois, foram para Cacimbas do Viana, hoje, pertencente a Porto do Mangue. Meus tetravós, que viveram na Ilha de Manoel Gonçalves, e fazem parte dos primeiros povoadores de Macau, eram João Martins Ferreira e Josefa Clara Lessa. No registros abaixo, vamos encontrar o casamento de pessoas com nomes parecidos com os deles. A falta dos nomes dos pais dos nubentes dificulta descobrir quem eram, na verdade. Eram parentes, mas não há a informação do grau. 

Aos três horas da tarde do dia vinte e sete de novembro de mil oitocentos e cinquenta e um, no Sítio das Cacimbas, o Reverendo Coadjutor, Elias Barbalho Bezerra, de licença minha, uniu em matrimônio  e deu as bençãos nupciais, aos nubentes João Martins Ferreira e Josefa Clara Martins, que se achavam dispensados no parentesco de consanguinidade, serem naturais desta freguesia:servatis servandis; e presenciaram as testemunhas, o coronel Manoel Lins Wanderley, e tenente Francisco Lins Wanderley, casados, e para constar, mandei fazer este termo de assento, em que assinei. Manoel Januário Bezerra Cavalcanti, Vigário Colado do Assú.

Gonçalo Barbosa de Moura e Maria Francisca da Conceição

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

No registro abaixo, esqueceram de colocar os nomes dos pais da noiva. As testemunhas foram José Martins Ferreira, filho do capitão João Martins Ferreira, e Pedro Álvares Ferreira, que suspeito ser, também, da família do capitão.

Aos onze dias do mês de Agosto de mil oitocentos e vinte e quatro, pelas onze horas da manhã, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em minha presença, e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes, Manoel Barbosa de Andrade e Maria Francisca da Conceição, meus fregueses: o esposo tem de idade trinta e seis anos, filho legítimo de Gonçalo Barbosa de Moura e Catharina Maria de Jesus: a esposa de vinte anos, naturais e moradores no Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento; e logo lhes dei as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Pedro Álvares Ferreira e José Martins Ferreira, solteiros, todos deste Assú. E para cosntar fiz este assento que me assinei. Joaquim José de Santa Anna, Pároco do Assú. Os nubentes eram pardos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

João José e Francisca dos Santos

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

No registro a seguir, uma das testemunhas, João Teixeira da Silva, morava em Muriú, Ceará-mirim. O nubente não tem sobrenome, embora o pai seja um Ximenes de Amorim. Aparecem outros sobrenomes como Cabral, do pai da noiva, e Calheiros de uma das testemunhas.


Aos onze dias do mês de agosto de mil oitocentos e vinte e quatro, pelas 11 horas da manhã, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em minha presença e das testemunhas, abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes, João José e Francisca dos Santos, meus fregueses: o esposo tem de idade vinte e cinco anos, filho legítimo de José Ximenes de Amorim e Ritta Izabel de Jesus: a esposa, de idade de vinte e dois anos, filha legítima de Tomas Cabral e Anna Joaquina, naturais e moradores neste Assú, onde se fizeram as diligências nupciais, sem impedimento, e logo lhes dei as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas, João Teixeira da Silva, casado, morador em Muriú de Ceará-mirim e Antonio Correa Calheiros, viúvo, morador no Assú, todos desta Freguesia de São João Baptista do Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei, Joaquim José de Santa Anna, pároco do Assú.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Joaquim Francisco Bras de Araújo e Vicência Maria

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Esse casamento de 1824, traz como uma das testemunhas Bento José da Costa, pessoa com o mesmo nome do dono de terras do sertão do Assú, que incluía a Ilha de Manoel Gonçalves. Não há nenhuma referência no registro sobre quem poderia ser essa pessoa. Nesse casamento, novamente aparece como testemunha Ignácio Teixeira de Barros. Além disso, celebrado pelo pároco do Assú, Joaquim José de Santa Anna.
Outra observação que faço é sobre os livros da Freguesia do Assú que desapareceram. Quantas informações importantes teríamos, se eles ainda existissem. Pior do que isso, são os livros de inventários e compras de terras, antigos que estão, dia a dia, desaparecendo. As informações históricas de velhos municípios do Rio Grande do Norte, presentes em alguns sites,  contem erros, por falta de conhecimentos dos seus informantes. Uma lástima. Quem está, verdadeiramente, cuidando de nossa História e da nossa Cultura?

Aos quatorze dias do mês de outubro de mil oitocentos e vinte e quatro, pelas oito horas da manhã, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes Joaquim Francisco Bras de Araújo e Vicência Maria, meus fregueses: o esposo, de idade de vinte e oito anos, filho legítimo de Francisco Bras de Araújo, já falecido, e Rosa Domingas; a esposa de vinte e cinco anos, filha legítima de José Rodrigues e Maria Egypciaca, naturais e moradores neste Assú, onde se fizeram as diligências nupciais, sem impedimento, e logo lhes dei as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Ignácio Teixeira e Bento José da Costa, casados, todos deste Assú, e para constar fiz esta assento, em que me assino. Joaquim José de Santa Ana, pároco do Assú. Os nubentes eram pardos

José Antonio da Silva e Joanna Evangelista do Nascimento

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

O casamento a seguir foi feito nos primeiros dias do ano de 1825. Os nubentes eram pardos. Nele aparece como testemunha um Teixeira de Barros.
Aos oito dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e vinte e cinco, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, pelas dez horas da manhã, em presença do Frei Francisco de Santa Tereza, e das testemunhas abaixo declaradas, de minha licença, se receberam por esposos presentes José Antonio da Silva e Joanna Evangelista do Nascimento, meus fregueses: o esposo tem idade vinte e dois anos, filho legítimo de Felis Ribeiro da Silva e Antônia Maria da Costa, já falecidos  a esposa de idade de vinte anos filha legítima de Francisco Vitorino do Nascimento e Maria Ritta Ferreira, todos desta Freguesia do Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais sem impedimento; e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Ignácio Teixeira de Barros e Miguel Pereira, casados, todos deste Assú. e para constar fiz este assento em que me assinei. Declaro que os nubentes foram dispensados do parentesco que os ligavam. Joaquim José de Santa Ana, pároco do Assú.

sábado, 31 de agosto de 2013

Teodósio Honorato de Mello e Francisca das Chagas

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Aqui, neste registro, aparece uma pessoa que veio de Aracati. O José Martins que aparece como testemunha, talvez seja o filho do capitão João Martins Ferreira, ainda solteiro em 1825.

Aos três dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e vinte e cinco, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, pelas oito horas da manhã, em presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza, e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes, Teodósio Honorato de Mello e Francisca das Chagas, meus fregueses: o esposo tem de idade vinte e dois anos, filho legítimo de Manoel do Nascimento e Antônia Maria do Carmo, natural de Aracati, donde apresentou, do seu respectivo pároco, uma certidão de natural e batizado naquela Freguesia; a esposa de idade de dezesseis anos filha legítima de Gonçalo Barbosa de Moura e Catharina da Conceição, natural deste Assú, e moradores onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento, e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas José Martins e Manoel Siqueira Lima (ou Luna), solteiros, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei. Joaquim José de Santa Anna, Pároco do Assú.

José Alexandre Ferreira e Tereza Maria de Jesus

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

Neste assento, os contraentes são filhos naturais e, também, não aparecem os nomes dos pais. Não foi possível ler a idade da nubente.

Aos quinze dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e vinte e cinco, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, pelas novas horas da manhã, em presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza e das testemunhas abaixo nomeadas, de minha licença, se receberam por esposos presentes: José Alexandre Ferreira e Tereza Maria de Jesus, meus fregueses: o esposo tem de idade  quarenta anos, filho natural de Damiana Maria de Jesus; a esposa de idade de (?) anos, filha natural de Joana Gonçalves, naturais e moradores nesta Freguesia, onde se fizeram as diligências nupciais, sem impedimento; e logo lhes deu as bençãos nupciais, sendo primeiramente examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Cláudio Rodrigues e Leandro Rodrigues da Silveira, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei. Joaquim José de Santa Ana. Pároco do Assú.

João Teixeira de Barros e Francisca Xavier

Por João Felipe da Trindade
jfhipotenusa@gmail.com

A família Teixeira de Barros está presente em Macau. Veremos, ainda, vários personagens dessa família, aqui no blog. Outra vez a presença de João Martins Ferreira

Aos quinze dias do mês de abril de mil oitocentos e vinte e cinco, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza, e das testemunhas abaixo nomeadas, de minha licença, se receberam por esposos presentes João Teixeira de Barros e Francisca Xavier, meus fregueses: o esposo de idade de vinte e cinco anos, filho legítimo de Manoel Teixeira de Barros e Antônia Maria da Conceição; a esposa de dezoito anos, filha legítima de João Pereira da Silva e Maria dos Santos Rosa, naturais e moradores neste Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento, e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas João Martins Ferreira e Ignácio Teixeira de Barros, casados, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei. Joaquim José de Santa Anna, pároco do Assú. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Paulino Álvares Pessoa e Antônia Bernarda Achiolis

Por João Felipe da Trindade

Quando se fala nos primeiros habitantes de Macau que deixaram a Ilha de Manoel Gonçalves, em virtude do avanço do mar, me parece que alguns nomes foram esquecidos. No registro abaixo aparece Carlos José de Sousa, um dos que não é mencionado nessa lista, bastante repetida pelos autores. Duas outras filhas dele, além de Micaela, casaram com outras pessoas que estão presentes na vida de Macau. Posteriormente vamos apresentá-las aqui. No registro abaixo, mais uma vez está presente como testemunha o capitão João Martins Ferreira. Na postagem anterior colocávamos dúvida sobre Alexandre José Pereira, se era o que estava presente na invasão da Ilha pelos corsários ou um descendente. Entretanto, pelo registro abaixo, vemos que o comandante já era falecido em maio. É possível que aquele citado no artigo anterior seja um descendente, ou, talvez, um homônimo.

Aos doze dias do mês de maio de mil oitocentos e vinte e cinco na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, pelas nove horas da manhã, em presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza e das testemunhas abaixo nomeadas, de minha licença, se receberam  por esposos presentes Paulino Álvares Pessoa e Antônia Bernarda Achiolis (ambos pardos), meus fregueses: o esposo de idade de vinte anos, filho legítimo de Alexandre José Pereira, já falecido e Joanna Maria do Sacramento; a esposa de vinte e dois anos filha legítima de Carlos José de Sousa e Micaela Arcângela dos Anjos, naturais e moradores neste Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais,sem impedimento, e logo lhes deu as bençãos nupciais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas João Martins Ferreira e José Antonio Álvares, casados, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assinei. Joaquim José de Santa Anna, pároco do Assú.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Gonçalo Carneiro e Gertrudes Maria da Conceição

Por João Felipe da Trindade

Nesse registro abaixo, há referência ao parentesco entre os nubentes, mas pelos sobrenomes não tem como se inferir coisa alguma. Outro detalhe nesse registro é que uma das testemunhas tem o mesmo nome do ex-comandante do Degredo da Ilha de Manoel Gonçalves, quando da invasão pelos corsários ingleses, em 1818. Seria o próprio ou um descendente?

Aos trinta e um dias do mês de julho de mil oitocentos e vinte e cinco, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, na presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza, e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes, Gonçalo Carneiro e Gertrudes Maria da Conceição, meus fregueses, dispensados no parentesco que os ligava e terem cumprido eles as penitências que lhe foram impostas: o esposo tem de idade vinte anos, filho legítimo de Matias Carneiro da Cunha e Anna Maria da Silveira: a esposa de dezesseis anos, filha legítima de Manoel Marques e Joanna Maria, naturais e moradores desta freguesia do Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento, e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Antonio José de Santa Anna e Alexandre José Pereira, casados, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assino. Joaquim José de Santa Anna, Vigário do Assú. Pardos.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

João Gonçalves da Rocha e Josefa dos Reis

Por João Felipe da Trindade

O registro a seguir tem umas partes ilegíveis. Mas, assim mesmo vale a pena transcrever o que pode se ler. É interessante observar que quando a nubente era viúva, não era dada a benção nupcial.

Aos cinco dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e vinte e seis, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, pelas dez horas da manhã, em presença do Padre Carlos Vidal Borromeu, e das testemunhas abaixo nomeadas, de minha licença, se receberam por esposos presentes, João Gonçalves da Rocha e Josefa dos Reis, viúva por falecimento de (ilegível) Gomes, ilegível: o esposo de idade de trinta e dois anos, filho de Tomas da Rocha e Suzana de Tal, já falecidos; a esposa com idade de quarenta anos, naturais e moradores neste Assú, onde se fizeram as denunciações necessárias, sem impedimento. Não receberam as bençãos nupciais por ser viúva, a nubente, sendo primeiramente  confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Antonio José dos Santa Ana, casado, e Francisco Martins de Miranda Junior, solteiro, todos deste Assú. E para constar fiz este assento em que me assino. Joaquim José de Santa Anna. Vigário do Assú. Nubentes pardos.


José Álvares Barbosa e Dionízia Ribeiro.

Por João Felipe da Trindade

Nesse registro, abaixo,  aparece mais uma vez o capitão João Martins Ferreira, meu tetravô, que administrou por vários anos as terras do tenente-coronel Bento José da Costa, tendo como base a Ilha de Manoel Gonçalves. Nesse sacramento quem foi também testemunha foi Pedro Álvares Ferreira, que suspeito ser da família do capitão, talvez filho.

Aos dezenove dias do mês de novembro de mil oitocentos e vinte e cinco, pelas dez horas da manhã, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em presença do Padre Frei Francisco de Santa Tereza, e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes José Álvares Barbosa e Dionízia Ribeiro, meus fregueses  o esposo de idade de vinte e dois anos, filho legítimo de Miguel Teotônio de Seixas e Teresa Maria de Jesus; a esposa de idade de dezoito anos, filha legítima de Joaquim José Ribeiro, já falecido, e Maria Anna Barbosa da Rocha, naturais e moradores nesta freguesia do Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento, e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas João Martins Ferreira, casado, e Pedro Álvares Ferreira, solteiro, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assino. Joaquim José de Santa Anna. Vigário do Assú.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Antonio Joaquim Maia e Anna Maria de Macedo

Por João Felipe da Trindade

Aos dez dias do mês de novembro de mil oitocentos e vinte e oito, pelas onze horas da manhã, na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ilha de Manoel Gonçalves, em presença do Padre Luiz Gonzaga da Costa Moreira, e das testemunhas abaixo nomeadas, de minha licença, se receberam por esposos presentes, Antonio Joaquim Maia, e Anna Maria de Macedo, meus fregueses: o esposo tem de idade vinte e quatro anos, filho legítimo de Pedro Antonio de Maia, já falecido, e Anna dos Santos Pereira; a esposa de vinte e dois anos, filha legítima de Manoel Antonio de Macedo, já falecido e Anna Maria de Jesus, naturais e moradores nesta freguesia do Assú, onde se fizeram as denunciações nupciais, sem impedimento; e logo lhes deu as bençãos matrimoniais, sendo primeiramente confessados e examinados da Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Manoel de Sousa Monteiro, e Manoel Vicente da Silva, solteiros, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assino. Joaquim José de Santa Anna, vigário do Assú. Os nubentes eram brancos.

Em postagem anterior, registramos o casamento de Manoel de Sousa Monteiro.

Manoel Ignácio de Lima e Anna Gomes

Por João Felipe da Trindade

O padre Joaquim José de Santa Anna, vigário do Assú, esteve fazendo novo casamento na Ilha de Manoel Gonçalves. Casou dessa feita, dois viúvos. Vejamos os registros.

Aos dezoito dias do mês de janeiro de mil oitocentos e vinte e nove, pelas cinco hors da tarde, na Ilha de Manoel Gonçalves, em minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam por esposos presentes Manoel Ignácio de Lima, viúvo de Antonia Maria, e Anna Gomes, viúva de Joaquim Álvares Lessa. O esposo de idade de sessenta e cinco anos; a esposa de idade de trinta e dois anos, naturais e moradores, nesta freguesia de São João Baptista do Assú, onde se fizeram as diligências nupciais, sem impedimento. Foram confessados e examinados na Doutrina Cristã, presentes por testemunhas Antonio Caetano Monteiro e Miguel Ferreira de Carvalho, casados, todos deste Assú, e para constar fiz este assento em que me assino. Joaquim José de Sana Anna, vigário do Assú. Os nubentes eram pardos.

Joaquim Álvares Lessa deveria ser filho de José Álvares Lessa, que administrava as terras de Bento José da Costa, em 1810, na época do inventário de Domingos Affonso Ferreira. Antonio Caetano Monteiro foi um dos avaliadores dessas terras.

Outro fato interessante é que o padre Joaquim José de Santa Anna, tinha casado, 5 dias antes, isto é, dia 13 de janeiro, na Igreja de São João Baptista do Assú, Francisco Romualdo da Silveira (30 anos), filho de Balthazar da Rocha Silveira e Josefa Maria da Silva, com Maria Francisca Dantas (16 anos), filha de Gonçalo José de Oliveira e Joana Maria. Além disso, uma das testemunhas foi Antonio Caetano Monteiro, acima.